terça-feira, 2 de abril de 2013
Será que ainda tem jeito???
sábado, 30 de março de 2013
Eu queria mais...
Queria ter mais tempo, pois por todo o tempo que eu ainda tiver, no final, ainda terá sido pouco. E aí, quem sabe, quando minha ausência se fizer presente, eu serei alguém realmente importante.
sábado, 1 de setembro de 2012
Minha vida não é uma receita de bolo....
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Hoje eu acordei sorrindo.........
sábado, 4 de fevereiro de 2012

SÓ HOJE...
Tem dias em nossas vidas que são atípicos... aqueles que fazem nossa rotina sair dos trilhos. Às vezes são tão diferentes do que estamos acostumados que viram de cabeça para baixo nosso dia a dia.
Esta semana eu tive um dia assim, diferente. Ou melhor, uma tarde. Sai do trabalho e tirei algumas horas para mim mesma. Fiz coisas que em quase trinta anos de vida eu não tinha feito uma vez sequer.
Aproveitando um cupom de compra coletiva que ia vencer, fui me maquiar. Mesmo sem ter motivo especial ou algum evento para ir. Em plena quinta-feira! Ou eu usava o cupom ou perdia o bônus. Então... lá estava eu (que mal passo um batonzinho) passeando pela rua toda produzida. (comédia demais... hahahaha)
Como era minha tarde de folga, resolvi de última hora radicalizar e resolvi ir ao cinema. Com quem? Sozinha. Loucura? Para mim, pode ser, com certeza.
Quem me conhece bem pode pensar: “você? Ah não, duvido!” Sabendo que eu não gosto de ficar sozinha, que dependo da companhia das pessoas para fazer as coisas, realmente dá para duvidar. Mas é isso aí, eu fui... Até eu fiquei surpresa com minha própria atitude...
Como eu disse, em quase trinta anos, fui ao cinema sozinha pela primeira vez. Companhia só da minha mente, o que para uma escritora de imaginação fértil (e eu me considero uma), foi o suficiente. Quando se está sozinha, dá para prestar atenção em coisas que às vezes já se viu e não reparou.
Podemos não ter consciência, mas existem coisas que já experimentamos, e que, no entanto, nos parece completamente novas quando passamos pela segunda vez. Isso acontece porque passam por nós sem que percebemos. E não percebemos porque estamos tão acostumados a elas que deixamos de dar importância. Como aquele sorriso, aquele olhar, aquele abraço, aquele beijo...
Saí do cinema, andei pelo shopping, passei, comi num restaurante onde nunca tinha ido. Não me preocupei com horário, apenas deixei que o relógio cumprisse seu curso. Aproveitei o momento para ficar na companhia dos meus pensamentos. Foi legal.
Terminei a noite como uma criança, em cima de uma daquelas máquinas de dança (que também nunca tinha brincado, mas morria de vontade). Mas tive que me conter; primeiro porque tinha muita gente olhando e segundo, porque minha pequenina parceira queria monopolizar a glória da brincadeira só para ela. (hahahaha)
Depois de um dia como esses ainda fica um de coisas que eu ainda não fiz e que gostaria de fazer. Viajar até a Itália é uma delas. Passear pelos vales da Toscana, conhecer os monumentos seculares... um dia. Mas também quero fazer muitas outras que não precisam nem de ir tão longe ou gastar muito dinheiro, como, por exemplo, escrever meu livro, dançar a dança do ventre para uma pessoa especial, dormir de conchinha, subir na garupa de um motociclista sem destino certo e ir por uma estrada com o vento acariciando meu rosto e só parar para ver o sol se pondo no horizonte no aconchego de um doce abraço.
Um dia, que sabe...
Com qualquer humor, com qualquer sorriso.... só hoje...
sábado, 28 de janeiro de 2012
Para tudo há uma saída...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Tudo é relativo......
Na vida tudo é relativo. Tudo depende do modo que você vê as coisas, da maneira como algo acontece, de quem está por perto, de como uma palavra é dita...
Às vezes fazemos julgamentos precipitados das coisas simplesmente por conhecermos apenas um lado da moeda. Então, dependendo “do andar da carruagem”, tudo se esclarece e talvez você tenha que abrir mão de seus pré-conceitos já formulados porque percebeu que se equivocou em sua análise inicial. E aí, meu amigo, eu repito: tudo é relativo.
Se você acha que nem tudo é assim, vou tentar expor melhor minhas ideias.
Por exemplo: quando alguém lhe relata um fato ocorrido, com certeza esta pessoa está narrando do ponto de vista dela. Mas nem sempre esta versão dos acontecimentos é a correta ou está sem os devidos acréscimos que o ser humano adora na hora de contar uma história. Por isso tudo depende, tudo é relativo.
Num dia desses ocorreu-me um fato inesperado e que ilustra muito bem minha posição e que me fez refletir exatamente no momento em que meus dentes cravavam algo macio e quente.
Pense no chocolate ou bombom que você mais gosta.
Se você for a uma loja e comprar, você vai simplesmente abrir a embalagem e morder sem cerimônia, satisfazendo sua imediata vontade. Mas, quando se ganha seu bombom preferido de uma pessoa que é especial na sua vida, num momento que você não esperava ganhar absolutamente nada, tudo muda.
Você olha para aquele chocolate diferente. É como se aquele objeto em suas mãos estivesse sendo visto pela primeira vez. Você presta atenção às cores do papel, pode ser que até leia as informações da embalagem...
Você desembrulha devagar, dá a primeira mordida, saboreia cada pedacinho, mastiga lentamente, sente o sabor e a textura do bombom para que a sensação se prolongue mais e mais. Se o recheio é crocante, fica mais crocante ainda...
Se o presente for único é possível que fique intocável por um bom tempo, como se fosse uma relíquia, um tesouro, uma lembrança. Mas se vem acompanhado de outros – como numa caixa de bombons, por exemplo – pode ser que um sentimento egoístico até tome conta da pessoa. Procura-se comer escondido para não ter que dividi-lo com ninguém, afinal, foi dado a você por alguém especial. E quando come, é com cautela; um de cada vez, para que não acabe rápido demais e termine o encanto.
Às vezes até guarda o papel – como um troféu num museu – como recordação para se lembrar da pessoa e do cuidado que ela teve em lhe dar não qualquer bombom, mas exatamente aquele que é o seu preferido.
E isso faz toda diferença.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Coragem!!!
Em pleno século XXI, após mais de 2000 anos de (con)vivência e evolução, o ser humano parece não ter aprendido algumas das mais simples lições. O tempo passou, mas em certos quesitos o homem está longe de chegar ao nível ideal e esperado para “o filho do criador”. Amor e respeito ao próximo, um dos dez mandamentos que nos foi ensinado, foi também esquecido.
Em nosso dia a dia é fácil encontrar situações que possam ilustrar o descaso do ser humano com seu semelhante. Nas filas de banco, no trânsito, nos supermercados, e de uma maneira geral, presenciamos pessoas tentando levar vantagens ao “furar filas”, passando na frente, tomando a vez de outros... E o pior de tudo isso: ainda acham que estão com a razão!
É triste de ver que o que mais falta a alguns seres humanos é educação. Não aquela que se refere a disciplinas como o Português e Matemática, mas àquela educação essencial que nos faz sermos considerados verdadeiros cidadãos.
Aquela educação que deveria estar presente nas escolas, para ensinar o respeito ao próximo, ensinar a não jogar papel nas ruas, a cuidar da natureza, a ser honesto, a lutar pelos seus direitos, a ser justo e não fazer julgamentos...
Sem esses conhecimentos hoje o homem mata, rouba, desrespeita, assiste a seu próximo morrer de fome, pratica a corrupção sem nenhuma compaixão no coração. E comete esses atos bárbaros com uma naturalidade alarmante, como se isso fosse algo comum de ser feito.
Será que não pesa na consciência dos políticos que desviam verbas públicas para seus próprios bolsos, meias e cuecas ao saber que milhares de pessoas morrem em filas de hospitais superlotados? Ou que tantas outras passam fome enquanto eles esbanjam e desperdiçam recursos, dinheiro, etc?
Será que um ministro ou um deputado – que ganha em um mês o que muitos não ganham em um ano – que usurpa e desvia recursos dos menos favorecidos em prol de seus interesses pessoais têm consciência? Penso eu que não.
Então me pergunto: você está satisfeito com o ser humano? Com seus governantes? Com os acontecimentos que você assiste nos telejornais? Com a violência?
E se, como dizem, o mundo é feito de perguntas e não de respostas, o que você está fazendo para mudar esta situação?
Coragem!!! Tenha coragem para mudar, para agir e fazer a diferença, fazer um mundo melhor; não para seus filhos, mas para você, pois se hoje não fizermos nada, não haverá futuro para ninguém.
Coragem!!!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Dialogando com um coração

É engraçado como às vezes eu me surpreendo comigo mesma... Outro dia desses, mexendo em uns papéis que eu havia guardado há muito tempo, encontrei um texto que escrevi há pelo menos doze anos. Um texto que fala de amor – na verdade um diálogo. Não sei bem o que me inspirou na época, mas acho que foi um presságio, pois três anos mais tarde eu senti e realmente aprendi o que era um amor verdadeiro...
DIÁLOGO
Paixões, amores, amantes... Que mundo maravilhoso! Tudo é tão perfeito...
“Alguma lembrança?”
Sim, eu me lembro. Aquelas imagens ainda estão em minha mente; difícil esquecer. Parece que foi ontem. Ainda sinto aquele perfume que ainda me faz arrepiar. E eu tinha apenas dezessete anos.
“Que idade maravilhosa!”
Eu estava descobrindo as coisas, conhecendo o mundo... Foi naquela noite, exatamente no momento mais lindo da minha vida que eu me apaixonei.
Meu primeiro amor. Ele simplesmente apareceu. Bastou apenas isto para que a magia do amor que eu sempre quis entender tomasse conta do meu coração, minha alma.
“Sentiu algo?”
Quando nossos olhares se encontraram senti algo inexplicável que fez meu coração bater mais rápido. Pela primeira vez, senti alguma coisa mudando dentro de mim. Meu coração parecia crescer, ficou cheio... cheio de amor.
Foi um momento tão sublime e encantador que o mundo passou a ser pequeno para tanta felicidade. Tudo perdeu sua importância diante de nós.
Beijos...
“É bom?”
Ah, que coisa boa. Um simples gesto que derrete qualquer gelo em qualquer coração frio. Principalmente quando se tem amor.
“Amor?”
Sim, amor. O mais nobre sentimento que um ser humano pode sentir. Ele dá asas aos nossos sonhos, cor aos nossos dias.
Tudo era tão lindo, mágico. Aquilo parecia eterno, mas...
“O que aconteceu? Como? Por quê?”
É, tantas perguntas sem muitas respostas. O que um dia foi jurado ser eterno numa jura de amor, desmoronou-se diante de mim. Foi um choque; parecia que o mundo inteiro havia desabado em minha cabeça. Ai que dor!
“Na cabeça?”
Não, no coração.
“E hoje?”
Hoje estou só, porque o amor que um dia habitou o meu coração foi embora, sem nem mesmo dizer adeus, e o pior: levou metade do meu coração com ele.
“Tem saudades?”
Ah, se tenho. Saudade dos passeios, das intermináveis tardes que passamos juntos admirando o por do sol, da troca de olhares, do formigamento quando nossas mãos se tocavam, saudade dos carinhos... De coisas boas é claro que tenho saudade.
“Mas, quem sabe amanhã, e depois e depois... e se aparecer outro?”
Outro? Ah, não, por enquanto não.
Hoje penso que, aquela dor que um dia retalhou minha alma, não suportaria novamente um coração ferido: o meu coração.
Primeiro ele precisa voltar e trazer de volta a metade do meu coração que um dia ele levou consigo. Quando esse dia chegar, ai sim, juntos, vamos reconstruir o que um dia nós sonhamos para nós e sermos felizes outra vez.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Está faltando homem!

Está faltando homem sim! Homem com H maiúsculo, como muitos gostam de dizer. Se alguém não concorda comigo, posso explicar. Não estou falando de masculinidade, virilidade, questão esta que os seres humanos que fazem xixi em pé defendem como gladiadores em plena arena do Coliseu. Nada a ver com a opção sexual. O que eu disse (e repito) é que está faltando homem sim: homem cavalheiro, gentleman, lorde, príncipe....
Tudo bem, tudo bem, não estou querendo ninguém empoleirado num cavalo branco declamando uma poesia shakespeariana debaixo da minha janela, não é isso. Longe disso, bem longe...
Não é de hoje que percebo que a correria e o estresse do dia a dia fizeram com que o mais importante de um relacionamento descesse pelo ralo da pia da cozinha: o romantismo. A falta de atenção, de cuidado, de delicadeza é nossa maior carência.
O que falta é um homem que em pleno século XXI ainda se lembre de abrir a porta do carro para você ao invés de ir girando a chave, ligando o motor e gritando ‘vão bora?’. E ao chegar ao restaurante aquele que puxe a cadeira para você sentar antes de ele mesmo se sentar e pedir uma “gelada”.
São coisas simples, bobas aos olhos de alguns, mas que fazem toda a diferença. Que mulher não gostaria de ser chamada de ‘princesa’ numa época em que ‘tchutchuca’ e ‘glamurosa’ ou uma fruta qualquer são os únicos adjetivos que parecem existir? (Se você discorda disso é porque realmente NUNCA foi chamada de ‘princesa’, senão você entenderia)
Chorar vendo uma comédia romântica. Desejar receber um lindo buquê de flores surpresa – ou um simples botão – num dia qualquer (e não de um em um ano quando se completa aniversário de namoro). Suspirar por um personagem perfeito como o Edward (ele só não é mais perfeito porque não existe de verdade)... Essas são coisas que deveriam ser entendidas facilmente e não questionadas e taxadas como bobagem. Afinal de contas é só isso que nós queremos, não é mesmo? A vida é tão curta para desperdiçarmos com pouca coisa...
Desde que me entendo como gente, ou melhor, desde que comecei a perceber que existem mais diferenças entre meninos e meninas além de itens físicos é que escuto os homens dizendo: “Mulher é um bicho muito complicado.” Esta é uma das maiores mentiras que eu já ouvi na vida. Além de serem eles os complicadores da história, o que não falta hoje em dia são livros, revistas, almanaques e muitos outros guias que exploram o universo feminino e suas particularidades. Bobos são eles de não consultarem um.
Eu poderia enumerar aqui o que as mulheres realmente esperam de um homem ou de um relacionamento, mas só isso já é assunto para um futuro post.
Não são poucos os livros de auto-ajuda que existem por aí que enumeram o que devemos e o que não devemos fazer, por que os homens são assim e as mulheres são ‘assado’, por que eles fazem isto e elas aquilo, etc, etc, etc... É só ir a uma livraria que você vai ver o tamanho da prateleira desta seção.
E tenho que confessar uma coisa: eles ajudam! Estou falando sério, ajudam sim. Além de nos ajudar a abrir nossos olhos para um monte de coisas legais e interessantes, ajudam a nós, mulheres, a perceber que quem realmente precisava ler tudo aquilo são eles, os homens.



